Polícia Civil Prende Casal Suspeito de Torturar Bebê de 1 Mês em Nova Iguaçu
O casal deverá responder, conforme a investigação, por crimes de tortura e estupro de vulnerávelFoto: PCERJ/Divulgação
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Polícia Civil Prende Casal Suspeito de Torturar Bebê de 1 Mês em Nova Iguaçu

Criança Está Internada em Estado Grave; Laudos Apontam Lesões em Diferentes Estágios e Caso Segue em Investigação

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Redação Correio Rio14 de abril de 2026 às 17:01

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu, nesta terça-feira (14), um casal suspeito de torturar o próprio filho, um bebê de apenas um mês de idade, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O caso chegou à Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) após a criança dar entrada em uma unidade de saúde com ferimentos graves, o que chamou a atenção da equipe médica.

Laudos Apontam Lesões Graves e Indícios de Violência

De acordo com os exames analisados pela polícia, o bebê apresentava múltiplas fraturas nas costelas, hematomas na região da cabeça e uma lesão grave na região anal, com indícios de violência, ainda sob investigação. Segundo os investigadores, as lesões estavam em diferentes estágios de evolução, o que indicaria, em tese, um possível histórico contínuo de agressões.

Prisão Foi Autorizada Pela Justiça

Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil representou pela prisão dos responsáveis, que foi autorizada pela Justiça. Os agentes cumpriram os mandados na unidade hospitalar onde a criança está internada. O casal deverá responder, conforme a investigação, por crimes de tortura e estupro de vulnerável.

Histórico do Pai É Apontado Como Agravante

Segundo a Polícia Civil, o caso apresenta um agravante: o pai já teria sido condenado anteriormente por crime semelhante envolvendo outra filha. A informação está sendo considerada no curso das investigações.

Criança Permanece Internada em Estado Grave

A criança segue internada em estado grave. A investigação foi iniciada de forma emergencial após a comunicação feita pela unidade de saúde. De acordo com a Polícia Civil, em poucas horas foram reunidos indícios que apontaram os pais como principais suspeitos das agressões.

O caso segue sob apuração.

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